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Graduando Enfermagem e Obstetrícia pela Faculdade Souza Marques(2010-2013) - e-mail: enf.gabrieladesa@yahoo.com.br

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

1º Simpósio de Cuidados Paliativos do HUPE

 Ocorrerá nos dias 2, 3 e 4 de dezembro de 2010
O 1º Simpósio de Cuidados Paliativos do HUPE

Horário:
2/12 e 3/12 - das 13:30 às 17:30 h
4/12 - das 8:30 às 15:30 h

Local:
Auditório Ney Palmeiro - HUPE/UERJ

Tratamento de sintomas pela visão de diferentes profissionais de saúde
Discussão de casos clínicos
Apresentação de interesse comum à prática diária

Público Alvo:
Profissionais interessados em cuidados paliativos médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, nutricinistas, fonoaudiólogos, assistentes sociais.

Temas abordados:
- Tratamento de dor
Como e quando prescrever analgésicos comuns e opióides

- Alívio da dispnéia
Cuidados nos últimos dias/ horas de vida

- Orientação nutricional
Fome e sede no fim da vida

- Cuidados de enfermagem
Outras vias de administração de medicamentos

- Avaliação fisioterapêutica e alívio de sintomas

- Dor da alma

- Contrubuição da fonoaudiologia e avaliação da voz, fala e deglutição

- Atenção sócio familiare direitos sociais

- Atenção a pessoa idosa e com co-morbidades
Emergências em cuidados paliativos
Contribuição da radioterapia e oncologia

entre outros...

INSCRIÇÕES (enviar para e-mail):  educacao@telessaude.uerj.br

sábado, 27 de novembro de 2010

Seminário sobre os 20 anos do SUS

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Recebi um e-mail de um grupo no qual participo (eneenf), relatando sobre o evento do Seminário sobre os 20 anos do SUS que aconteceu na UERJ. Lendo o e-mail, vi que era pertinente publicá-lo em meu blog já que, o SUS (Sistema Único de Saúde) está relacionado com a Enfermagem. Sendo um assunto de interesse nao só a nós enfermeiros, como a todos os profissionais de saúde.
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"Seminário sobre os 20 anos do SUS aconteceu na Uerj



Qua, 24 de Novembro de 2010
Abertura do encontro foi realizada no dia 22 e reuniu mais de 300 participantes

O auditório 13 da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) ficou pequeno para o número de participantes que queriam discutir os rumos do Sistema Único de Saúde, após 20 anos de implantação do SUS. Professores, trabalhadores da área da saúde, técnico-administrativos de diversas universidades, estudantes, movimentos sociais, centrais sindicais, sindicatos, federações e partidos políticos estavam reunidos para pensar o que já foi conquistado e o que precisa avançar mais. A Adufrj-SSind, o Andes-SN e a CSP-Conlutas marcaram presença.
A mesa de abertura contou com a participação da professora Maria Inês Bravo, da Faculdade de Serviço Social da Uerj. Ela apresentou os fóruns de saúde já existentes no Brasil e que estavam presentes no seminário. São eles: fórum do Ceará, de Pernambuco, da Bahia, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná, do Rio Grande do Norte e de Natal.
De acordo com Maria Inês, a iniciativa tem por objetivo somar forças contra o amplo processo de enfraquecimento e privatização da Saúde, que acontece em todo o Brasil: “Este seminário pretende fazer uma frente anticapitalista em defesa da saúde e dos direitos sociais”.

SUS

Em defesa do SUS
A diretora do Conselho Regional de Serviço Social do Rio de Janeiro (7ª Região), Conceição Robaina, foi chamada a falar na abertura do seminário. Ela explicitou preocupação em não se ater a críticas ao SUS, mas buscar estratégias para a defesa do sistema: “Temos que reconhecer que a defesa do SUS tem sido cada vez mais dificultada pelo discurso do capital. Precisamos construir um movimento forte de resistência”, alertou. Ela também chamou atenção para o tema da segunda mesa-redonda “Que SUS defendemos”, afirmando que essa discussão é “tarefa fundamental” para a defesa do sistema.
Bernardo Pilotto, servidor do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, representando o Fórum Popular de Saúde do Paraná, também expôs uma preocupação na mesa de abertura. Para ele, a discussão do SUS é muito mais ampla e necessita de articulação nacional: “É preciso retomar a articulação pela defesa de nossas bandeiras históricas e por uma reforma sanitária plena”.

Privatização na saúde

A primeira mesa-redonda teve como tema “Privatização na saúde e afronta aos direitos”, com a participação de Virgínia Fontes (Fiocruz), Fátima Siliansky (Iesc/UFRJ) e desembargadora Salete Macalóz. A coordenação foi da professora Valéria Correa, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).
Virgínia Fontes iniciou o debate apresentando um quadro geral da política de saúde no Brasil. Ela chamou atenção para o fato de que embora a Saúde passe por um momento dramático de falta de recursos e transferência de serviços para o setor privado, uma parcela significativa da população está alheia a esses problemas.
Para a palestrante, todos os problemas vividos com relação à falta de políticas públicas de Saúde se devem a uma só causa: o sistema capitalista, que inaugura uma nova escala de concentração de capital. A esse fenômeno, Virgínia dá o nome de capital-imperialismo.

Expropriações

Para ela, o capital-imperialismo é o que define a atual política de Saúde adotada pelos governos em todo o mundo, mas que não é restrita apenas aos hospitais. Tal política está ligada à expropriação de todos os direitos conquistados pelos trabalhadores. Essa retirada de direitos também acarreta uma má qualidade de vida, que resultará em ausência de saúde.
Outra consequência dessas expropriações é a retirada do direito de se estabelecer uma carreira. Virgínia explica: “Vivemos essas expropriações de direitos no Brasil desde a década de 90. Nos anos 2000, isso mudou um pouco, pois os contratos com carteira assinada cresceram, mas ainda com redução de direitos. O principal problema é o direito à carreira, algo muito sentido na área da Saúde. A tendência é terceirizar e até ‘quarteirizar’ o trabalho”, disse.
Estas expropriações colocam em xeque o projeto que queremos para a Saúde pública, assim como evidencia a real política dos diversos governos para com os servidores. Virgínia encerrou sua explanação afirmando que a luta que se trava é “contra a capacidade do capital de comprar alguns, contra a capacidade de dividir a classe trabalhadora”.

Seguros privados

Em seguida, a professora do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (Iesc/UFRJ), Fátima Siliansky, falou sobre seguros privados no Brasil. Segundo a palestrante, 23% da população brasileira têm planos de saúde privados. “Somados, os valores pagos a esses planos são muito maiores que os gastos públicos em Saúde”, disse a docente.
De acordo com Fátima, o processo de privatização da Saúde vai além da retirada de direitos, “mas se conforma em outro processo”, com a “financeirização da Saúde”, através da abertura de capital das empresas na Bolsa. O acordo entre governo e capital é que para abrir mercado é necessário sucatear os serviços públicos. Outro ponto de debate levantado pela professora foi que a flexibilização das relações de trabalho implica, ao fim e ao cabo, em altos índices de rotatividade. Como resultado desse processo temos a queda na qualidade do atendimento,  pois quebra-se a continuidade da prestação de serviço.

Modalidades de gestão

As chamadas organizações sociais (OS) – pessoas jurídicas de direito privado –, atuais ameaças à Saúde pública, tornam-se ainda mais nocivas pelo seu processo de escolha. Segundo Fátima Siliansky, essas OS não são selecionadas por meio de licitação pública, mas indicadas, já que não há obrigatoriedade da licitação. “Evidentemente, o controle é muito menor”, reclamou.
A “prática patrimonialista do Estado”, de acordo com a professora, é o que determina esse tipo de gestão, com abertura para as parcerias público-privadas e para as fundações estatais de direito privado. Sobre essas últimas, a docente disse: “As fundações não são meras ONGs, porque o capital está à frente dessas instituições”, finalizou.

Estado privatizado

Para a desembargadora Salete Macalóz, o Estado brasileiro já está privatizado. “É esse o contexto que temos que levar em conta quando falamos em privatização da Saúde”. O processo de privatização do Estado, de acordo com a desembargadora, data de 1964, golpe militar. O FGTS e o INPS, seguros feitos em nome do trabalhador, foram administrados pelo governo, “o que perpetuou a prática de gestão privada do Estado”.
Esta realidade também é determinante, segundo a desembargadora, para o lento avanço do SUS: “Hoje ainda há uma parcela de brasileiros que não são atendidos pelo SUS, porque o sistema não chega a todos os lugares do país”, disse.
Ela concluiu que apenas não será privatizado na Saúde o que der prejuízo ao capital, mas a “essência dos serviços, aquilo que toca diretamente a população e os trabalhadores”, se não houver resistência e organização, será privatizada. Outras mesas-redondas do seminário serão divulgados nas próximas edições do Jornal da Adufrj.

No 2o Turno eu voto 50 pela auditoria da dívida externa, pelo fim do latifúndio, pela socialização da educação e da saúde, pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários."
Por: Kamila de Oliveira Belo

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

X Seminário mil e uma maneiras de Cuidar

Seminário mil e uma maneiras de Cuidar
“Conversa de Homem”

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Escola de Enfermagem Anna Nery
Hospital Escola São Francisco de Assis/ HESFA
Departamento de Enfermagem Médico-cirurgico

Data: 19/11/2010
Local: Auditório do HESFA ( Hospital Escola São Francisco de Assis) – Rua Afonso Cavalcanti nº 2 – Praça Onze.
Horário: 10:00 H.     

Convidados:

Homens e Afetividade – Dr.  Bruno Abifadee (Psicólogo/INCA).
Homens e Oncologia - Dr. Maurício Gerude (Médico/INCA).
Homens e Sexualidade, Masculinidade, Reprodução e Infertilidade - Enf. Washington Ramos Castro (Ms/EEAN e HESFA).
Homens, Alcool e Drogas - Prof. Dr  José Mauro Braz de Lima – (CEPRAL/HESFA/UFRJ).

Núcleo de Pesquisa Enfermagem Hospitalar - Comissão organizadora: Membros do Grupo de Pesquisa Cuidar/cuidados de Enfermagem.

Infelizmente não poderei ir, porém penso o quanto será um seminário de grande aprendizado e de importância para o nosso conhecimento enquanto enfermeiros. Aos que puderem ir, eu recomendo que vá!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

I Congresso Brasileiro de Enfermagem Neonatal

Enfermagem em Terapia Intensiva

Aconteceu no dia 27/10/2010, a palestra que tive a oportunidade de participar, cujo o assunto foi a Enfermagem em Terapia Intensiva - módulo: Oncologia. Ministrado pela Enfermeira Ms. Keitt Martins.
Foi abordado sobre o perfil Epidemiológico no Brasil, sendo o câncer, a segunda doença que mais mata no mundo. Tendo como abrangência em sua palestra, a admissão de paciente oncológico na UTI, sendo os quisitos de: prognóstico definido do paciente, avaliação oncológica e clínica, etc.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Palestra que aconteceu no dia 22/10/2010 sobre: Diabetes e Obesidade Saiba como prenivir, tendo como palestrante a Educadora Física Esther Pinto que tem pós-graduação em: Fisiologia do Exercício – Universidade Gama Filho (UGF) e em Nutrição Esportiva (UGF). (http://www.diabest.com.br/equipe.htm)

Neste palestra que tive a oportunidade de participar, pude perceber a importância do conhecimento sólido de bioquímica e fisiologia, para melhor entender e compreender a diabetes e como previnir e cuidar através desses conhecimentos; que para a Enfermagem, é essencial.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Ciclo de Palestra em ENFERMAGEM

O Centro Universitário Celso Lisboa convida os profissionais de enfermagem e acadêmicos para o Ciclo de Palestras Gratuitas:


Dia 27/10/2010 – Oncologia em Terapia Intensiva
Palestra: Professora Esp. Keitt Martins dos Santos

Dia 28/10/2010 – "Enfermagem Neonatal: sou pequeno mas também necessito de cuidados - novas abordagens em neonatologia"
Palestra: Professor Esp. Marcio Luiz Ferreira

Horário: 19hs
Local: Auditório I – Centro Universitário Celso Lisboa
Endereço: Rua 24 de maio, 797, bloco I, 2º andar – Engenho Novo - Rio de Janeiro.

Para se inscrever, encaminhar dados pessoais para o e-mail: atendimentopos@celsolisboa.com.br ou ligar para: 3289-4770 /3289-4771

Pude ir a uma dessas palestras no período passado, no qual, o assunto foi: Lesões Dermatológicas - "os segredos da cicatrização". Para mim, que estou no começo da faculdade, foi uma ótima oportunidade e me fez compreender melhor a matéria que estava cursando (histologia).

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

BENEFÍCIOS DO CAFÉ NA SAÚDE: MITO OU REALIDADE?


 
Para saber, leia o artigo que está disponível:

Artigo: Leishmaniose mucosa fatal em criança

"Crianca de cinco anos, do sexo feminino, parda, natural e procedente do Distrito Federal (DF). A mãe referiu viagem ao Paraná com a crianca aos dois anos de idade e óbito de outra filha aos quatro anos com suspeita de fibrose cistica. Relatou que em fevereiro de 2001 a crianca apresentou pápula eritematosa na regiao malar direita com secrecao purulenta que, tratada com neomicina tópica e cefalosporina, teve remissão. Em junho surgiram novas lesões na face e microadenomegalia cervical que tiveram melhora com o mesmo tratamento. Em agosto surgiram obstrução e infiltração da mucosa nasal, tratada como rinite alérgica sem melhora. Em novembro teve ulceração com secreção purulenta da mucosa nasal esquerda, que melhorou quando tratada com anti-histaminico e cefalosporina. Em dezembro apresentou perfuração do septo nasal, sendo indicada biópsia, que nao foi realizada. Em março de 2002, apresentava destruição
parcial da cartilagem da asa nasal esquerda e perfuracao do septo, lesão granulosa no palato duro, lesões infiltradas no mento e região malar esquerda, e poliadenomegalia cervical (Figuras 1 e 2)."

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Diabetes e Obesidade

(Diabest) Acontecerá em 22/10/2010 15h às 17h

Tema: Diabetes e Obesidade
Saiba como previnir


Evento gratuito:
Vagas limitadas

Inscrições e Informações:
3543-0715

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Conscientização da Enfermagem sobre o Meio Ambiente







*Trabalho apresentado e elaborado por estudantes de Enfermagem: 
Fernanda Carla do Nascimento, Gabriela B. P. de Sá, Keity V. Meyer Pires e Pamela F. de Oliveira


 
*Baseado o trabalho no artigo: Camponogara, Silviamar; kirchhof, Ana Lúcia C. ; Ramos, Flávia Regina S.. A Relação Enfermagem e Ecologia: Abordagens e Perspectivas. Uerj, Rio de Janeiro, 2006.

domingo, 17 de outubro de 2010




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